Brillanceausuchus representa um gênero extinto de paralligatorídeos crocodiliformes. Fósseis foram encontrados em rochas de idade de o Cretáceo Inferior em Camarões. O gênero é notável por a posição de a coana secundária em seu palato. Partes de os ossos pterigoides compõem a margem rostral de a coana e, assim, a separam de os palatinos, uma característica também vista em a subordem neosuchiana mais avançada Eusuchia. Esta característica já foi considerada característica de Eusuchia, mas sua presença em Brillanceausuchus sugere que o traço é homoplásico, tornando assim a evolução de a…
Brillanceausuchus representa um gênero extinto de paralligatorídeos crocodiliformes. Fósseis foram encontrados em rochas de idade de o Cretáceo Inferior em Camarões. O gênero é notável por a posição de a coana secundária em seu palato. Partes de os ossos pterigoides compõem a margem rostral de a coana e, assim, a separam de os palatinos, uma característica também vista em a subordem neosuchiana mais avançada Eusuchia. Esta característica já foi considerada característica de Eusuchia, mas sua presença em Brillanceausuchus sugere que o traço é homoplásico, tornando assim a evolução de a posição de a coana em crocodilianos mais complexa do que se pensava anteriormente.
A circulação de elites é uma teoria de mudança de regime descrita pelo sociólogo italiano Vilfredo Pareto (1848–1923).
Segundo Pareto, mudanças de regime, revoluções e outros eventos semelhantes ocorrem não quando os governantes são depostos de baixo para cima, mas sim quando uma elite substitui outra. Nessas transformações, as pessoas comuns não atuam como iniciadoras ou protagonistas, mas como seguidoras e apoiadoras de uma ou outra elite.